sem ito de do a eflete OGU] astu idade rasilei ro do Trabalho (fnlando em nome do pre- república) disse que era favorável. ao mo "eúlio estntal dos Seguros de Acidentes de Trabalho; nisto Mucedo Soares, da Indústria e Comércio, 1 contrário,
Quanto pecenvr om audiência a buncada da ARENA de Minas à prsutente Costr e dg ouviu um relato demético súbro u situação das fimincas do Estado, ar- medas, diziusso. qro consegliência dos critérios de apli- cão qo TUM < "da oxumerado gasto
agressão devemos ser não-beligerantes, mas não neutros», — «A guerra santa escandaliza a cons- ciência do mundo», assinala o eX-governa- dor, para quem' a posição brasileira deve ser q de «estimular à ONU a acentuar a pressão» pela obediênc
ao concluir, assimalou que co que precisa - mos é formar, sim uma guarda em favor do povo brasileiro, tão sofrido, padecendo uma miséria sem nome, num pais cujo maior -sa- ljário-minimo é de 105 cruzetros novos, com | uma expansão demográfi
Unidos razões peculiares para uma decisão tática que visa à obter idêntica declaração por parte da União Soviética. Proiunda- mente intereesado em menter as melhores relações com as nações árabes, que duram mais do que transitórias ditadura
ASSEMBLEIA DA ONU - O gr Francelíno Pereira (ARENA-MG) ta- lou da «esperança que representa para o Bra- sal, à vealização du Quinta Assembléia Geral Extraordinária da ONU, em Nova York, con- vocada para exume da siluação do Oriente- Médio.
«No estágio em que se encontra, O Bra- sil tem interésse em que as nações fracas não se entredevorem e Os povos atrasados possam, progredir em paz. Eis ai outra ra- zão para que a nossa posição seja contra. a guerra, como já é, mas definida
o conmívio, de nossa parte, CRGLLANTO, OD] ty sr Olavo Canavarro Perci- Somos uma vanguarda do tado, não formamos uma | o proiidento da Pinnalto S. A., govêrmo revolucionário e lu- bancada e uma Tderançá À onegon da Europa a bordo do iamos