MAR delegação brasileira Menicos econômicos a er y Reunião do Conse- qs$EI dois OU trés dias em Haiti, qem Posi, o o presidente do país, então, era mel Paul Magloire, Um negro -volu- corone 2 - SUSEP : 1 | ses». Brasil vê com prazer o apoio
rem os Jornais, já começam anão ge en-T tenor os próprios tonton-macoutes, O pro-, prio Papa Doe teve mesmo que fuzilur ul- guns déles, Logo teri que fuzilur outros, e ainda mais outros, Mas até quando? Tem sido longa « ftreda a noite halti
h porra dy Estudo e us entldades sindicals do ensiny Mem eg Guanalura firmaram, há poucos dias, o cha- io e útdo-Educacão», pelo qual n réde de escolas pri- ga prometo a conceder cêrca de dO mil bôlsas de E PP hor isso isentas do pagamento
dito (superestruturas. regidas pela infra-estrutura eco- nômica, em todos os seus movimentos), pela dialélica hegeliana: (uma lógica dinâmica e viva, o que se po- deria chamar uma bio-lógica-nascim.onio, paixão e-morte das idéias e das verd
É, como se vê, uma conclusão bastante lógica < perleitamente aceitável à primeira vista, Apenas não funciona e jumais funcionou ou funcionará na vida eco: nômica, para a quol valor e trabalho são noções qutó- romas, não dependentes uma da o
O industrial farmacêutico, como os demais indus- triais, estabelece o preço de seu produto em função de seus custos. Mas por se tratar de uma indústria de transformação, por excelência, vá mais de perto como seus custos são atingidos pela i
Com sua enorme experiência no campo social e dadas as características de noberza de sua produção, a Indústria Farmacêutica está em melhor posição para avaliar o quanto q melhoria do nível de saúde da popu- lação brasileira poderá concorrer