O CASO DAS APOLICES DO DEC. 2414 Os abaixo ussignadas. portadores de apolices da emissão Autorizada pelo Decr. 2.4, de 1929, haviam reclamado so er. almirante Protógenes Guimarães, governador do Estado do Rio de Janeiro, q Festauração do va
Não é verdade. A Assembléa não se manifestára pelo ar- chivamento da reclamação. Só agora, e "pela primeira ver", fot discutido o assumpto em plenario, e peio voro da maioria foi decidido, note bem o sr. Costallat, para não affirmar o in- v
Em represalia, a Prefeitura declarou rescindido o contrato de luz, força e telephones, e propoz uma acção executiva contra a companhia para cobrar multas, que 2 ultima hora impuzera afim de justificar essa medida judicial, Foram penhorados
Por su! ves, o arbitro da companhia, o desembargador Vir- Ellio de Sá Pereira, assim se expressou a respeito do laudo tg prolessor Roberto Marinho: "Dahi partindo e "fnzotido calculos € dedyvôes pr- bitrerius e Inlustifica veis, sem documen
Aquellas 7,200 apolices mubicipaes não foram trocadas por outras apolices, e stm resgatadas em dinheiro » O seu resgate "e processou da seguinte forma; em abril de t99k q governo do Estado, pelo Decreto 2.318, emitiu 8.000 apolices do valor
DIARIO CARIOCA -- Sexta-l.ira, 4 de Junho cd: 1977 Estas lorum waquiridas qm Estudo cum qlulm à Tário de ls. YMISUUO, codu um", Com a sur venda upurou o Estado q importunçia de 7 contas Je róis, que empregou em sau saldar as dividas proveni
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